Há uma saudade
sem dono
pressentida em cada palavra
anunciada,
em cada palavra
que não foi dita
apenas segredada
no bálsamo do sono...
Há um sabor (des)conhecido
na voz que desperta
com um sinal de fúria:
o fogo iniciou já
o incêndio dolorido
da pele nua
e submersa
porque tu vais chegar
com a brisa da manchúria...
sábado, 19 de dezembro de 2009
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Sem comentários:
Enviar um comentário