segunda-feira, 26 de abril de 2010
quarta-feira, 21 de abril de 2010
S...de Semente
"Para tudo há uma explicação", e se não há inventa-se, portanto, uma semente ter germinado nos pulmões de um jovem Russo não é excepção à regra, ora vejamos:
Um dia, não se sabe bem quando, onde e porquê (mas também não interessa para o caso), a Dona Vitalina decide agarrar num punhado de minúsculas sementinhas e, sem destino certo, entrar no comboio da meia-noite - comboio esse que só partiu no dia seguinte por volta das 17h42m. Durante a viagem, com o comboio em alta velocidade (não, não era o TGV), a Dona Vitalina vê um enorme terreno lavrado e, generosamente, abre a janela do rápido comboio e liberta as pequenas sementes que a acompanhavam...e maravilhou-se a observa-las, e orgulhou-se ao olhar para as suas mãos e ver as últimas sementinhas a despegarem-se das suas mãos e a soltarem-se entre os seus dedos e, por fim, sentiu-se deliciada e feliz por ter libertado algo que não era seu e por tê-lo feito no sitio, para ela, mais indicado. E, pensando ela que havia feito o que tinha de ser feito, feliz e confiante do seu contributo para o ecossistema, continuou viagem...
Porém, o que a Dona Vitalina nunca soube, nem virá a saber, é que havia um agricultor
- homem cumpridor de horários e amante de um cultivo planeado -,
que após um longo dia na lavoura e de um longo terreno lavrado,
- com a ajuda de uma junta de bois e de um arado-,
aos bois descanso decidiu dar
e, atrás da moita, aninhou-se a obrar.
Obra terminada,
e em pleno momento zen o agricultor inspirou
deixando entrar uma sementinha que,
voluteando-se,
não se fez de rogada...e entrou!
Consequência ou consequências da história? Várias, como várias podem ser as interpretações...tanto positivas como negativas, tudo depende da perspectiva de quem olha! :)
Um dia, não se sabe bem quando, onde e porquê (mas também não interessa para o caso), a Dona Vitalina decide agarrar num punhado de minúsculas sementinhas e, sem destino certo, entrar no comboio da meia-noite - comboio esse que só partiu no dia seguinte por volta das 17h42m. Durante a viagem, com o comboio em alta velocidade (não, não era o TGV), a Dona Vitalina vê um enorme terreno lavrado e, generosamente, abre a janela do rápido comboio e liberta as pequenas sementes que a acompanhavam...e maravilhou-se a observa-las, e orgulhou-se ao olhar para as suas mãos e ver as últimas sementinhas a despegarem-se das suas mãos e a soltarem-se entre os seus dedos e, por fim, sentiu-se deliciada e feliz por ter libertado algo que não era seu e por tê-lo feito no sitio, para ela, mais indicado. E, pensando ela que havia feito o que tinha de ser feito, feliz e confiante do seu contributo para o ecossistema, continuou viagem...
Porém, o que a Dona Vitalina nunca soube, nem virá a saber, é que havia um agricultor
- homem cumpridor de horários e amante de um cultivo planeado -,
que após um longo dia na lavoura e de um longo terreno lavrado,
- com a ajuda de uma junta de bois e de um arado-,
aos bois descanso decidiu dar
e, atrás da moita, aninhou-se a obrar.
Obra terminada,
e em pleno momento zen o agricultor inspirou
deixando entrar uma sementinha que,
voluteando-se,
não se fez de rogada...e entrou!
Consequência ou consequências da história? Várias, como várias podem ser as interpretações...tanto positivas como negativas, tudo depende da perspectiva de quem olha! :)
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